Em novembro inicia aventura ciclística do Acre ao Peru.
Como tudo começou
Viagens sempre estiveram presentes em minha vida. Em criança, meu pai me levava nas férias para percorrer as trilhas em seu Jeep que usava no trabalho de abrir novas estradas no interior catarinense. Cresci e me incorporei à Força Aérea onde meu trabalho me levou para os quatro cantos desse Brasil. Aposentado, o tempo e a vontade de viajar aumentou. Caminhos de Santiago de Compostela em bicicleta, viagens em motocicleta pela America do Sul e milhares de quilômetros em motor-home pelos caminhos do Brasil e América do Sul mantiveram viva a chama da aventura pelas estradas. Em 2008, uma viagem em motocicleta foi interrompida em Puno, no Peru, por uma quase revolta de campesinos que bloquearam todos os caminhos que nos levariam a Cusco e Machu Pichu. Ficou a vontade de voltar lá. Em 3 de novembro partimos para Rio Branco, no Acre. Uma viagem de avião, levando na bagagem a bicicleta com a qual vamos cruzar a Amazônia Peruana, subir a linda Cordilheira dos Andes e chegar, pedalando, o mais próximo da escondida cidadela dos Incas em Machu Pichu.
Esse caminho hoje é percorrido na Rodovia Transoceânica que vemos como um promissor roteiro de cicloturismo que precisa apenas de uma prospecção técnica que reúna as informações básicas para os futuros cicloturistas.
Com o mesmo espírito de aventura que batalhamos pelo Circuito de Cicloturismo Costa Verde e Mar, em Santa Catarina, partimos na companhia dos amigos Joci Gugelmim de Joinville e Valden Rocha de Rio Branco.
Que esse blog venha servir de inspiração e ferramenta de planejamento para os futuros cicloviajantes.
Carlos Beppler
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